domingo, 28 de junho de 2009

Á Tua Espera

Num cristal
Encontrei um novo sonho,
Em que sonhava contigo...
Eras mais que um amigo/a...
Mas era demais medonho,
Mas era demais irreal.



Mas acordei nesta vida instável...
Em que a terra luta contra o mar,
Em que reina a revolução...
Aonde não existe nada formidável,
Aonde o ar não é respirável,
Aonde existe mais que um ladrão,
Aonde existe uma transportação da maldição...
Que é viver sem amar,
Sem falar...



Esperando que a hora da morte chega-se,

Que o rancor me doma-se...

Mas...queria viver,

Queria crescer,

Queria sonhar,

Queria me apaixonar,

Queria amar...

No fundo só queria...

A tua companhia,

Mas tu nao pretendeste,

E... fiquei aqui a pensar porque não quiseste...





quarta-feira, 24 de junho de 2009

Uma História(parte 1)

Pensei em escrever um mapa para te ensinar,
Ensinar a descobrir um mundo cheio de amizade.
Mas entras-te de repente e a tua curiosidade,
Fez-se jardim, jardim esse que proibe o amar.


Amar nunca pensei que existi-se entre nós,
Mas enganei-me e tu quebras-te a regra do jardim...
E por um gesto veloz, quem pagou foi a nossa voz,
Voz essa que partiu a nossa amizade e ficou no fim.


Pensei em inúmeras poções, feitiços, magias...
Mas tudo que tu querias,
Era mais doque te podia dar,
E mandaram me embora a voar,
Pois não consegui te libertar dessa prisão...
Feita com grades de aço e paredes de betão.


Mas espero que a história fique assim...
E só tu a podes continuar,
Eu fico aqui á espera que ponhas um fim.
Pois não posso o imaginar...

sábado, 20 de junho de 2009

Uma Vida De Amor

Escrevi a palavra amor...
E, apareceste tu à minha frente,
Com um véu vermelho, que tapava o fruto do ventre,
Tentei decobrir-te,
Tentei seduzir-te,
Tentei setir-te,
Mas tudo passava entre o calor.


Fingi tocar-te,
Fingi amar-te,
Fingi acariciar-te,
Mas, nada disto foi capaz
E... escondi-me atrás,
Atrás de ti...
Como cobarde que sou...
E que serei...


Fingi...
Menti...
Disse que não te amava,
Mas tudo foi em vão,
O calor do teu olhar,
E a fonte da tua boca, que me embebedava
Era capaz de gastar...
Gastar esse amor em revolução...
Como dinheiro que era,
Como dinheiro qu não exitia,
Como amor que não compreendia,
Como as flores em plena Primavera...